domingo, 23 de agosto de 2009

SEGUIR SEMPRE MUDANDO

DEPOIMENTO

Em março de 2009 procurei pelo terapeuta Celio por indicação de uma amiga. Estava fazendo acompanhamento e tratamento médico para mastopatia cística, aproximadamente e a cada seis meses era necessário fazer punções (drenagens) nos cistos nos dois seios, o que é um processo muito doloroso, também fazia acompanhamento de tratamento para gastrite e dores no estomago, neste período meu abdômen e meus pés estavam muito inchados.
Na primeira sessão de avaliação ele disse que o menor dos meus problemas eram os seios que a origem dos meus problemas era emocional e se eu não quisesse fazer tratamento com ele que eu deveria procurar outro tratamento com urgência .
Já havia feito tratamento com acupuntura, não conhecia shiatsu muito menos o Célio. Pensei, uma sessão não vai apresentar resultados vou fazer o tratamento por um mês e ver o que acontece. Após o primeiro mês os meus pés não estavam mais inchados, os seios não estavam doloridos, não sentia dor de estomago e o inchaço de abdômen havia diminuído; pensei novamente, estou gostando dos resultados e vou continuar.
Faze 5 meses que estou em tratamento, cada nova consulta é um desafio pelas lembranças que se seguem, sempre pensei que tinha racionalidade para lidar com qualquer tipo de situação, descobri que não basta resolver com palavras e ações e necessário resolver interiormente.
Neste período o inchaço diminuiu muito, os seios estão muito melhor, o estomago não dói e as pessoas perguntam o que eu estou fazendo, dizem que estou mais bonita e que os meus olhos estão mais verdes e brilhantes.
Nada acontece de uma hora para outra, continuo em tratamento e agradeço pelo profissional e amigo Celio que surgiu em minha vida.



Meg Barros (Pseudônimo autoral)

quinta-feira, 25 de junho de 2009

A BUSCA

Conforme você havia comentado segue abaixo depoimento para seu site, que diga-se de passagem ficou muito bom.

Depoimento:

A busca pela qualidade de vida me levou ao Shiatsu. Durante todos estes anos juntos aprendi a ver o mundo de forma diferente, de como todas as coisas estão interligadas (numa relação de causa e efeito), e de acordo com meu entendimento nada acontece por acaso, tudo tem uma finalidade e depende de nós aceitarmos ou não o que a vida nos traz, com equilíbrio, paz e serenidade.
No inicio fui resolver um problema nas costas que há muito tempo me prejudicava, fato este que me parecia ser apenas um problema muscular sem grandes correlações na forma como vivia e encarava a vida. Com a ajuda da Medicina Oriental fui melhorando minha percepção sobre meus sentidos e conseqüentemente minhas emoções e de como elas podem afetar todo o organismo numa relação de causa e efeito. Esta percepção foi o começo de uma mudança (nem sempre fácil, e nem sempre em linha reta) para uma vida com mais qualidade.
Acredito sim, que a Medicina Oriental tem seu espaço na busca da Saúde do ser humano através de uma abordagem “holística” do problema. Na medicina Oriental você não trata da doença tomando remédios para acabar com viroses, etc... como na medicina Ocidental, você trata da pessoa e das causas do problema é uma outra abordagem.


Abraços
Mario Alves

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Alegria de viver

Bom dia, Célio.
Tudo bem?

Segue abaixo o depoimento da minha mãe, Margarida:


Há cerca de dois anos eu estava muito mal, devido a sérios problemas emocionais contrai Diabetes Tipo 1. Eu já vinha de um quadro de dependência alcoólica, o que foi agravando com o tratamento médico e o regime alimentar.
Na dieta para controle do diabetes perdi 10kg, minha auto-estima estava muito baixa e vivia numa permanente irritação.
Minha filha, que já fazia terapia corporal com o Célio, me convenceu e iniciei o tratamento, principalmente para combater a dependência alcoólica. Com o tempo o shiatsu foi me proporcionando mais saúde física e emocional, me fortalecendo. Eliminei a medicação da Diabetes, que está sob controle, em níveis muito baixos, recuperei o peso e a auto-estima. Hoje estou bem comigo mesma, tenho alegria de viver.

Um abraço,
Janice

terça-feira, 21 de abril de 2009

Uma luta constante

Oi Célio, finalmente consegui!
Coloquei em anexo meu depoimento.

Abraços,

Mariane


Apesar de praticar Yoga há mais de um ano, não estava conseguindo obter resultados satisfatórios em relação a algumas dores físicas que me incomodavam e que eu atribuía a problemas posturais e ao sedentarismo de vários anos. Iniciei, então, o tratamento com Shiatsu devido a essas dores insistentes na coluna e nos pés, e na tentativa de encontrar uma solução para um grande encurtamento muscular, em especial na região posterior, ao longo de todo o corpo. Para as dores na coluna havia uma explicação evidente, que os exames médicos mostravam: esclerose em algumas vértebras; mas para o resto não havia razão aparente. Já nas primeiras sessões percebi que todos esses problemas eram causados por contraturas musculares intensas e contínuas, em função de ansiedade e stress. Sou do tipo de pessoa que está em constante estado de alerta e, conseqüentemente, não consigo relaxar, nem mente, nem corpo.
Embora, inicialmente, esse não fosse o objetivo do meu tratamento, o equilíbrio emocional que eu recuperei logo nos primeiros meses de tratamento (quando comecei o tratamento, eu chorava só de alguém me cumprimentar e perguntar se estava tudo bem comigo) permitiu que meu médico, primeiro reduzisse e depois suspendesse completamente uma medicação para controlar a ansiedade. Isso para mim foi uma grande vitória, pois não gosto de tomar nem mesmo remédio para dor de cabeça.
Além dos problemas físicos e da ansiedade, o Shiatsu me ajudou a superar as dificuldades de um longo período de intenso stress, durante o qual o equilíbrio psíquico e energético, que o tratamento proporcionou, manteve minha imunidade orgânica alta, apesar do extremo cansaço físico e emocional. Sei que, por estar sempre “em alerta”, ainda tenho um período de tratamento mais ou menos longo pela frente. Mas isso está longe de me desanimar, porque as conquistas obtidas com o Shiatsu me dão a certeza de que estou no caminho certo!
(O tratamento da Mariane incluiu acupuntura, moxa e ventosas).

sábado, 4 de abril de 2009


Boa tarde, Célio.
Tudo bem?

Segue abaixo meu depoimento:


"É um prazer falar sobre minha experiência pessoal com o trabalho desenvolvido pelo Célio. Isto porque, além do excelente preparo, trata-se de profissional com profundo conhecimento do método terapêutico japonês, sempre explicando e exemplificando diversas situações durante o tratamento.


Na busca de solução para problemas psicossomáticos na família, ainda encontrei cura para uma infinidade de outras coisas. Desde dores musculares até uma simples queimação de estômago, além de eliminar distúrbios como a depressão e elevar a auto-estima."

Espero ter atendido sua expectativa.

Grande abraço,
Janice

sexta-feira, 27 de março de 2009

"Conhece-te a ti mesmo" Esta é a chave...

Oi Célio,
aí vai meu depoimento como você pediu.
Se houver necessidade de fazer algum corte, sinta-se à vontade para fazê-lo (não foi preciso).
Um abraço e bom final-de-semana.


Juliana (nome fictício)


Como se livrar das dores e se conhecer melhor

Uma das indagações que fiz ao começar o meu tratamento com o Shiatsu foi: Irei me livrar, algum dia, de minhas dores? A resposta foi positiva e encorajadora. O melhor é que isso realmente se concretizou.
Tenho 57 anos e sofria de dor nas costas desde os 17, agravada em várias ocasiões com o travamento total, me impedindo de abaixar e de, nos últimos anos, caminhar, a não ser por trechos muito pequenos (algumas quadras). Além da dor nas costas, tinha dores, não tão antigas, nos joelhos, nos braços, no pescoço, na cervical.
Já havia tentado vários tratamentos com médicos especializados em ortopedia, clínica geral e reumatologia. A indicação foi a fisioterapia, da qual, nos últimos tempos, eu já fugia, pois o resultado era insignificante, analgésicos, faixas para os punhos, etc. Procurei várias terapias alternativas, como massoterapia, reiki, acupuntura, florais de Back, homeopatia, fitoterapia. Todas ajudavam, mas os resultados eram de curto prazo.
Outro grave problema era a insônia que me afligia havia uns 7 anos. Procurei, também, vários especialistas em medicina, como psiquiatria, neurologia, Fiz vários tratamentos com remédios, inclusive os de tarja preta, para dormir e para depressão, pois era o diagnóstico.
Procurei também atividades físicas, como caminhada, musculação, ginástica e hidroginástica. Resolveram por um tempo. Não ajudavam na insônia. Ao contrário, me deixavam mais desperta.
Quando procurei o Célio, por indicação, cheguei mancando, não conseguia me abaixar e ele ficou a observar a minha dificuldade em me deitar para o atendimento e depois para calçar o sapato na hora de ir embora.
Hoje, depois de um ano e alguns meses de tratamento, nem acredito que eu tenha passado por tudo aquilo...
O Shiatsu, aliado a outras a outras técnicas por ele empregadas, como a desfragmentação do inconsciente, revelou-se, para mim, como a melhor alternativa para as minhas dores e para a minha insônia.
Com o tratamento, passei a me conhecer melhor, a perceber as sensações e lidar com elas de forma mais adequada.

Curitiba, 27 de março de 2009.

Como uma onda

Olá, Celio

abaixo vc tem o depoimento que tinha pedido há algum tempo.

Um abraço e bom fim de semana,

Mara (nome fictício)

Chamo o tratamento que fiz com o Célio de terapia. Já havia feito outras formas de terapia antes e acho que elas me prepararam para poder aproveitar a energia que foi liberada pelas sessões de massagem (Entenda-se: Terapias Orientais).
Procurava sair do uso de remédios para uma depressão que vinha progredindo há alguns anos e uma amiga me apresentou o Célio. Diferente do que fiz em tratamentos anteriores, resolvi que não iria procurar conhecer as técnicas que ele utilizaria e tentaria respeitar as mudanças que fosse sentindo sem racionalizar tudo verbalmente.
Lembrando de como foram os dois primeiros meses, tenho a imagem de alguém entrando no mar e tendo que passar a rebentação. O toque das massagens (...) parece ir direto às emoções nos espaços que elas ocupam em meu corpo. A caminhada até a rebentação foi rápida e intensa. Senti uma tristeza muito grande. Fisicamente, emagreci bastante. Estava com sobrepeso e uma compulsão por comer vinha se tornando mais forte.

A compulsão desapareceu. Segui algumas indicações de alimentação que o Célio passou para a fase das primeiras sessões de massagem (...), mas não me propus a fazer nenhuma dieta. Tristeza e fome não combinam.

Traumas temos todos. O que fazemos com eles pode variar. O meu nem cheguei a gravar na memória. Se gravei, tratei de esquecer o mais rápido possível – dos 6 para os 7 anos de idade me transformei de uma menina alegre, que assobiava pendurada em uma árvore na chácara dos avós, em uma criança triste e introvertida. Foi o jeito que achei de ir sobrevivendo enquanto não conseguia reagir.

Cheguei perto daquele período da minha infância quando fiz psicoterapia aos 18 anos, mas lembrar pode assustar muito e achei uma desculpa na época para interromper o tratamento. Cerca de 25 anos depois, as massagens romperam a barreira, a quebração.

Ao contrário do que dizemos às vezes, comer e comer não são as melhores coisas do mundo. Para mim, hoje, a melhor coisa é respirar - sem precisar comer qualquer coisa a qualquer hora, me ocupar a todo instante com qualquer atividade. Sem ansiedade. Esse foi o melhor efeito das massagens (...). Trouxe as lembranças de volta, deu apoio para que eu percebesse que poderia encará-las e a sensação de impotência que me acompanhava há tanto tempo foi se desfazendo.

Ainda hoje, quase dois anos após o início do tratamento, me surpreendo com o ar entrando tão facilmente, com as mudanças no meu corpo – agora sem o inchaço na região do estômago, sem o refluxo gástrico à noite. Ainda estranho muito não entrar em desespero quando preciso lidar com pressões ou situações mais difíceis. Era minha reação mais comum principalmente na minha vida profissional.

À medida que aprendi a lidar com as lembranças, as massagens (...) tornaram-se mais espaçadas. Como o Célio havia dito, o movimento era cíclico – algumas emoções voltavam, mas menos fortes, menos assustadoras ou perturbadoras. Voltam ainda, mas é minha história e não mais ameaça, sempre presentes em pesadelos, nem o desespero de não conseguir reagir.

O tratamento com as massagens (...) foi fundamental para mim. Não acredito em caminhos e soluções iguais para todos, mas acho que um tratamento corporal pode ir mais diretamente aos bloqueios que a racionalidade só ajuda a manter intatos.